Nos próximos dias muita coisa vai rolar, e haja espumante para comemorar. São três exposições abrindo em um período de 10 dias (Porto Seguro, Itaú Cultural e Fotoarte). Tem a oficina do Projeto Mezanino, tem a saída da Rever no Pomar. Putz!

Hoje fiquei encarando a foto do Bill Brandt com a 5×7″ Kodak. E me ligaram para ir buscar Polaróides vencidos. Vou me arriscar conversar em mais uma revista essa semana.

Sentei em uma roda de discussões, e o trabalho em questão era o do Xina. Na semana, essa agora, que a Kodak parou de entregar papéis, a Ilford acabou, e os balconista dão risada de quem pede Multigrade. Pô, o Xina criou um papel tipo Xinagrade FB. Craft, salgado, repetido e repetido à exaustão. Bem, ele tem papel para imprimir nessa semana. Enquanto todo mundo mais, que ficou viciado em papel industrializado, está batendo a cabeça na parede. Quem destino maldito.

Eu tenho me aventurado pela cianotipia. Reaproveitando algumas coisas, é verdade. E fico cada vez mais tranquilo. Terei material para sempre, me parece. Quão difícil será partir para a criação e manufatura de um papel artesanal um pouco mais requintado? Qual o software do papel?

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