Já é no mês que vem o Festival de Fotografia Analógica na ADAO, no Barreiro.
Estarei lá com um workshop
Armadilha para o acaso: estratégias para receber o inesperado
Encontros, arranjos e formas únicas que só a fotografia pode ver. A partir de foto-jogos, os participantes terão oportunidade de discutir as maneiras em que a fotografia pode funcionar como uma armadilha para o acaso.
Foto: Guilherme Maranhao
Na primeira parte do workshop há uma apresentação sobre diferentes artistas e as maneiras que cada um se aproveita do acaso. Depois o conceito de foto-jogo é apresentado. Além disso, o formador oferecerá ideias de foto-jogos que os participantes podem jogar com suas próprias câmaras fotográficas. Na segunda parte do workshop vamos criar um foto-jogo com papel fotográfico que vamos velar parcialmente e usar para fazer cópias de contato.
Sábado, 06/Maio, das 14h30 às 17h30 na ADAO – Rua da Recosta nº1, Barreiro, Portugal
30 Euros
Tem interesse? Entre em contato pelo Insta, Messenger ou pelo email refotografia arroba gmail ponto com para combinarmos o pagamento por MB Way para reservar sua vaga!
Minha contribuição para a programação inclui uma palestra sobre imagens únicas (impressões irreprodutíveis), uma versão do workshop Armadilha para o Acaso e uma versão do workshop de Construção de Câmara Digital Artesanal, tudo em inglês.
Já falei aqui no passado (quando fui no EXP20) e volto a falar: vale ver a página de transparência do site do festival. É uma maneira muito bacana de olhar para a organização desse tipo de evento.
Aproveita e faça sua inscrição para o festival e venha conhecer Barcelona e curtir esse evento!
Fui convidado pela Ana Sousa para participar de um livro com o trabalho de diversos fotógrafos que usam fotografia analógica. O livro é editado por José Godinho e será o primeiro volume da série Analógico.
Também estão nesse primeiro volume os trabalhos da própria Ana Sousa e do Bruno Guerreiro, Daniel Rosa, João Ribeiro, Luís Fernandes, Mariana Afonso, Miguel Machado, Nuno Martins e Tiago Thedim.
O Nuno Martins fez um vídeo mostrando e contando mais detalhes da publicação, vou fazer o link a partir dos 8′, quando aparece a minha parte nessa história, mas se você quiser ver do início, basta puxar para lá:
Ainda não recebi meus exemplares, mas eles devem estar nas mãos do CTT em algum lugar entre a GOD Publishing e aqui.
‘Silicon Based Photography’ é um workshop programado no âmbito de uma unidade curricular do Mestrado em Fotografia da ULHT, que conta com a minha orientação.
O workshop começará com uma apresentação sobre o processo de formação da imagem fotográfica, reflectindo sobre as etapas-chave que determinam a visualidade da imagem. Essa reflexão abrirá caminho para discutir e experimentar com diferentes formas de intervir numa imagem digital, criando uma lista de ações possíveis. No decorrerer do workshop serão feitas diversas experiências, nomeadamente: 1. Explorar a luz visível com capturas digitais sensíveis ao infravermelho; 2. Explorar o uso de canais de cor em softwares de edição; 3. Explorar diferentes formatos de sensor com capturas que usam CCD lineares; 4. Explorar algumas interferências em impressoras inkjet.
O workshop decorrerá nos dias 27 e 28 de janeiro e terá a duração de 12 horas, havendo 6 vagas para participantes externos ao Mestrado em Fotografia da ULHT, por 70€.
As 12 horas de workshop estão distribuidas assim: 27/01, sexta – 11h às 12h30 e 14h às 18h e 28/01, sábado – 10h às 12h30 e 14h às 18h
Para participar como aluno externo, deve concluir o registo aqui.
Escrevo para contar que o livro “Anotações de um fotógrafo experimental” já está disponível na plataforma Google Books.
Esse livro é uma coleção das minhas anotações e reflexões sobre diversos processos fotográficos experimentais. Falo bastante de fotografia analógica, mas também discuto processos experimentais na fotografia digital. Não discuto fórmulas de químicos ou faço tutoriais de processos.
Conto desde as histórias de trabalhos mais conhecidos como Travessia ou Pluracidades, e falo também de pequenas reformas que fiz aparelhos diversos.
Estou a trabalhar em maneiras de distribuir o livro “Anotações de um Fotógrafo Experimental”.
Andei tendo uns problemas com superimposição de texto quando converto o livro para ePUB e subo para o KDP da Amazon. Andei explorando a plataforma do Google Books também, esse teste ainda está em andamento.
Estou a trabalhar na finalização de um pequeno livro, uma idéia que surgiu já no TCC quando concluía o bacharelado em Fotografia. O título provisório é “Anotações de um Fotógrafo Experimental”.
O texto é um encadeamento de anotações, artigos, relatos e pensamentos sobre esses processos experimentais que uso na fotografia. Junta textos desde os anos 90, como os escritos para o portal FotoPro e também coisas que escrevi em inglês, mas que nesse volume estarão em português.
Comecei a editar o livro a sério desde 2019, mas como não tinha prazo definido, ele foi ficando parado, foi sendo aumentado, mudado, enfim. A idéia desse post é simplesmente tornar o projeto público para ter mesmo que finalizar ele ainda em 2021.
A Feira da Lesma será um evento de pequena escala, que contará com a presença de vários autores convidados. A Feira poderá ser visitada ao longo de todo o Festival. No âmbito da Lesma, será apresentado um conjunto de obras, ora criada especificamente para o evento, ora apresentada ao público pela primeira vez: “Scott, papel a rolo”, António Rebolo “À Descoberta do Mistério da Luz”, Filipe Alves “Premente Permanência”, Ivan Silva “Câmara Viva”, Paula Lourenço e Mário Rainha Campos “Indumentária”, Miguel Duarte “Paisagem Consentida”, Sofia Silva
O programa completo da LESMA está a partir de hoje disponível para consulta e download em https://tiraolhos.pt/. Durante 3 dias o experimentalismo ocupará a Padaria do Povo, com manifestações artísticas, um ciclo de conversas lentas, uma feira, oficinas e demonstrações As inscrições para as oficinas abrem no dia 13 de Setembro às 0 horas. Até já!
A LESMA conta com o apoio da Direção-Geral das Artes – Apoio a Projectos: Programação e Desenvolvimento de Públicos – e com a colaboração da cooperativa A Padaria do Povo, que nos dará abrigo, a Associação Oficina do Cego, parceira na criação dos posters LESMA, e do Colectivo Tripé.
O ciclo de Oficinas programado no âmbito da LESMA conta com a participação de vários autores, nomeadamente: António Rebolo, Alexandre de Magalhães, Imagerie – Casa de Imagens, Silverbox Studio, FIVE Studio Sintra, Guilherme Maranhão, Luis Pavão, Susana Paiva, Tipografia do Papeleiro Doido, Walking Camera Project e Tira-Olhos.
Ciclo de Conversas criado por José Soudo para a LESMA, que decorrerá nos dias 25 e 26 de Setembro na Sala dos Fornos da Cooperativa A Padaria do Povo, em Campo de Ourique. Este ciclo contará com a participação dos seguintes autores: António Campos Leal , Nuno Pinheiro, Alexandre Ramos, Luís Rocha, Guilherme Maranhao, Luís Ribeiro, Ângela Berlinde, Alexandre de Magalhães, Paulo Tribolet, Camilla Watson, Luis Pavao, Adriano Miranda, Leonel de Castro, Pauliana Valente Pimentel, Sandra Rocha, Filipe Figueiredo, Flávio Andrade, João Mariano, Fernando Marante, Ana Caria Pereira, Susana Paiva e Paula Figueiredo.
E se você quiser saber onde está o rover Perseverance, se liga nesse mapa interativo (a propósito, ele só deve começar a se movimentar na semana que vem):
“Desde minhas experiências com as tintas a base de carbono que eu imagino que seria possível fazer algo parecido com tintas coloridas também. As tintas a base de carbono, como expliquei naquela série de artigos, tem a grande vantagem de ajudarem a desentupir canais já aparentemente comprometidos e de não necessitar de todos os canais/cores, ou seja, podem ser usadas com impressoras que de fato tem canais por onde não passa mais tinta.
Minha curiosidade dependia então da impressora certa aparecer, nas condições ideais. Em 2020 ganhei uma impressora. É uma Epson R3000 que seria descartada e que tinha alguns cartuchos ainda com tinta e alguns vazios. Ao tentar ligar a impressora, ela imediatamente reclamava do cartucho PK vazio e parava ali. Me pus a pensar em como comprovar se ela ainda estaria apta a funcionar, sem incorrer em gastos. Meu orçamento era bem pequeno, teria que completar com a minha paciência. Comparei preços dos cartuchos que faltavam com kits de cartuchos recarregáveis vindos da China, considerei as etapas seguintes…”